Direção e execução
O Conselho de Administração orienta, acompanha e exerce suas competências. As coordenações organizam a gestão cotidiana.
Estrutura institucional e funcionamento do Comitê Gestor para conectar direção, equipes técnicas e parceiros. Uma proposta construída a partir da imersão, preparada para revisão e validação pela ACOSPER.
Uma leitura executiva da proposta técnica. Explore a estrutura, as rotinas de funcionamento e as decisões necessárias à institucionalização.
O Ecocentro articula abastecimento comunitário, processamento, estoques, comercialização e recursos financeiros. O modelo organiza as responsabilidades para que essas frentes planejem e decidam de forma conectada.
O Conselho de Administração orienta, acompanha e exerce suas competências. As coordenações organizam a gestão cotidiana.
Abastecimento e processamento passam a ser tratados em uma Coordenação de Operações, com supervisões especializadas.
Cada área prepara dados, interpreta riscos e apresenta alternativas. O Comitê integra a análise e acompanha os encaminhamentos.
O desenho considera a equipe disponível, os apoios institucionais e a necessidade de estruturação permanente do Comercial.
Atividade 1.1 — desenho e formalização do modelo de governança do Ecocentro.
Atividade 1.2 — construção dos instrumentos de funcionamento do Comitê Gestor.
Modelo estruturado, com instâncias, papéis, composição, competências e instrumentos definidos.
A elaboração técnica está concluída nesta proposta. A aprovação, a instituição do Comitê e a implantação precisam de atos e evidências próprios.
Validação institucional pendenteO desenho preserva as pactuações da imersão e explicita o que ainda precisa de formalização. As matrizes descrevem funções; a autoridade depende dos instrumentos competentes.
Preservar competências estatutárias e a direção político-institucional da cooperativa.
Fortalecer coordenações e supervisões, conectando demanda, capacidade, abastecimento e caixa.
Quem executa registra. A coordenação verifica e integra a informação, sem concentrar todos os lançamentos.
Testar rotinas, avaliar a capacidade real da equipe e formalizar os instrumentos com os ajustes necessários.
Pactuação de trabalho não equivale a aprovação estatutária. Quórum, voto, alçadas financeiras, obrigações dos parceiros e poderes de representação não são presumidos nesta proposta.
O Conselho de Administração acompanha a gestão por diretorias de referência. O Comitê integra planejamento e acompanhamento. As coordenações organizam a execução, respeitando os vínculos e as competências a formalizar.
Direção político-institucional, representação e competências estatutárias a verificar.
Anaís · Integração de abastecimento, processamento, qualidade, estoques e logística operacional.
Rosângela · Organização financeira, documentação, registros, conciliação, orçamento e planejamento de caixa.
Estrutura permanente em desenvolvimento. Referência transitória a designar para dar continuidade às tarefas.
Representação funcional proposta. O Comitê não se torna superior estatutário à Diretoria. Designações, vínculos, substituições e delegações dependem de confirmação.
Reunir direção, coordenações e parceiros para interpretar resultados, analisar riscos, organizar prioridades e encaminhar as decisões necessárias ao desenvolvimento do empreendimento.
Peixe, Vice-Presidência, Erisson e Maria Arruda.
Referências propostas de representação e acompanhamento da cooperativa.
Anaís e Rosângela.
Comercial a incorporar quando estruturado; referência transitória e convidados conforme pauta.
PSA: Davide e Márcio.
WWF-Brasil: Andressa e Ícaro.
Indicações, natureza de participação e disponibilidade a confirmar institucionalmente.
A composição preliminar menciona dez pessoas. Isso não define dez votos, paridade entre instituições ou número definitivo de assentos. Mandū participa como assessoria conforme contrato; supervisores e outros atores podem ser convidados por tema.
As coordenações organizam o trabalho dentro de suas atribuições. Matérias que exigem integração chegam ao Comitê. Compromissos e assuntos reservados seguem para a instância competente.
Registrar problema, evidência, alternativa, impacto e prazo.
Conferir abastecimento, capacidade, mercado, caixa e restrições da fonte.
Com delegação válida, aplicar seus limites. Sem ela, recomendar e encaminhar.
Indicar fundamento, responsável, prazo, condição de eficácia e evidência de conclusão.
| Matéria | Tratamento proposto | Condição ou limite |
|---|---|---|
| Programação técnica | Coordenação organiza a execução e os ajustes ordinários. | Dentro de plano, recursos, requisitos técnicos e atribuição formalizada. |
| Compras, pagamentos e compromissos comerciais | Áreas instruem; Financeiro confere; autoridade competente autoriza. | Alçadas, assinaturas e limites financeiros ainda precisam de validação. |
| Prioridades e riscos integrados | Comitê analisa alternativas, acompanha ou decide matéria delegada. | Sem delegação comprovada, a saída é recomendação ou encaminhamento. |
| Orçamento, contratação e matérias reservadas | Instância competente decide com base na análise apresentada. | Verificar estatuto, vínculos e poderes de representação. |
| Recursos e compromissos de parceiros | Cada instituição confirma os atos de sua responsabilidade. | Participar do Comitê não cria obrigação de custeio, cessão ou aprovação. |
| Operações individuais do Fundo Rotativo | Instância prevista na governança específica do Fundo. | O Comitê Gestor acompanha informações agregadas; não é presumido como Comitê de Crédito. |
A ata distingue informe, recomendação, decisão autorizada, encaminhamento para aprovação e pendência. Confirmação da ata não substitui autorização que exija ato específico.
A informação nasce na operação, é consolidada pelas coordenações e chega ao Comitê acompanhada de análise e proposta de encaminhamento.
| Cadência | Participação de referência | Saída esperada |
|---|---|---|
| Operações · semanal | Anaís, Erisson e supervisões conforme pauta. | Programação, abastecimento, processamento, estoques, qualidade e necessidades de outras áreas. |
| Financeiro · semanal | Rosângela, Maria Arruda e apoio disponível. | Agenda financeira, caixa livre e vinculado, compromissos e documentação pendente. |
| Comercial · rotina transitória | Pessoa a designar, com Peixe, Vice-Presidência e interfaces necessárias. | Carteira comum, pedidos confirmados, oportunidades por estágio e previsão de demanda. |
| Comitê Gestor · mensal | Composição formalizada e convidados pertinentes. | Análise integrada, decisões ou recomendações, ata executiva e acompanhamento. |
| Equipe geral · mensal | Equipe do Ecocentro e responsável a designar. | Comunicação de prioridades, resultados, segurança, convivência e retorno das decisões. |
Como proposta operacional: áreas encaminham matérias até cinco dias úteis antes; pauta e documentos circulam até dois dias úteis antes do encontro.
A secretaria e as áreas confirmam prazos viáveis na validação.
Cada encaminhamento tem um responsável, prazo, bloqueio e evidência. A secretaria mantém o histórico e solicita atualizações.
Conclusão exige comprovação. Reprogramações preservam o prazo anterior e a decisão que autorizou o ajuste.
O Bling é a base transacional a consolidar, com fontes complementares definidas. Indicadores, fórmulas, metas e painel definitivo serão desenvolvidos no OE3. Dado indisponível deve ser identificado como tal, sem ser convertido em zero.
O Word completo reúne os instrumentos desenvolvidos em anexos editáveis. Abra os itens para conhecer sua aplicação na validação e na rotina do Ecocentro.
Visualizar a arquitetura funcional, distinguindo direção, integração e execução.
Definir o que cada função entrega, com quem se articula e quais são seus limites.
Distribuir execução, responsabilidade pelo aceite, consulta e informação nos principais processos.
Organizar o percurso decisório por natureza da matéria, sem criar valores de alçada.
Estabelecer a proposta de funcionamento do Comitê em 32 artigos.
Confirmar quem participa, em qual condição e por indicação de quem.
Dar previsibilidade ao funcionamento e à continuidade institucional.
Preparar uma reunião com dados e decisões requeridas.
Preservar o contexto e o alcance de cada saída da reunião.
Monitorar a execução com uma carteira inicial de 24 prioridades.
Organizar a implantação por etapas, capacidade e condições de passagem.
Dar tratamento às 36 questões que exigem confirmação ou decisão.
Dois anexos complementares completam o conjunto: M, modelo de informação gerencial mensal; e N, registro de validação e instalação. Os instrumentos são propostas técnicas; sua inclusão não comprova aprovação ou uso.
O apoio dos parceiros precisa explicitar contribuições, condições de continuidade e responsabilidades, preservando o protagonismo institucional da ACOSPER.
Orientar o empreendimento, confirmar funções, deliberar nas instâncias competentes e desenvolver sua capacidade de gestão.
Contribuir com análise, apoio e articulação conforme instrumentos e aceites. Confirmar condições dos profissionais e compromissos próprios.
Apoiar a modelagem, a facilitação e a implantação conforme o contrato. Transferir instrumentos e capacidades aos responsáveis permanentes.
Integra a gestão do Ecocentro: planejamento, áreas técnicas, resultados, prioridades e decisões autorizadas.
Governança ampliada a desenvolver no OE5, com critérios próprios de participação, representação e contribuição territorial.
O horizonte de fortalecimento em 2027 e 2028 é uma orientação estratégica, sem garantia de internalização integral de funções. O Comitê acompanha a continuidade das capacidades e a interface com o Fundo Rotativo, preservando a governança específica desse instrumento.
Os marcos abaixo são propostas de organização. D0 será a data pactuada para iniciar o ciclo; os intervalos não substituem o cronograma contratual.
Conferir documentos e competências; revisar atribuições; confirmar indicações, coordenações e responsáveis pelas rotinas.
Concluir regras essenciais, alçadas e designações. Testar pauta, ata, acompanhamento e primeiro conjunto de informações.
Avançar nos registros e no Bling; articular safra, caixa, estrutura e arranjo comercial; encaminhar aprofundamentos.
Examinar preparação, participação, qualidade dos dados e acompanhamento. Alterações de regras seguem a competência própria.
O dossiê registra 16 de outubro de 2026, às 9h, com duração aproximada de 90 minutos e mobilização inicial associada à Mandū.
É uma previsão a confirmar, sem comprovação de convocação ou realização.
O Plano de Trabalho publicado vai de agosto de 2026 a março de 2027 e situa o OE1 em agosto.
A agenda de implantação recuperada em outubro precisa ser compatibilizada e, quando cabível, repactuada pelas partes competentes.
A proposta está pronta para apreciação técnica e institucional. A versão vigente deverá incorporar as definições aprovadas e a referência dos respectivos atos.
Identificar a instância competente, os poderes existentes e as matérias reservadas.
Confirmar nomes, cargos, indicações, aceites e natureza da participação dos parceiros.
Deliberar quóruns, eventuais direitos de voto, critério de aprovação, impedimentos e registro.
Designar responsáveis, disponibilidade de trabalho, substituições e continuidade.
Definir matérias delegáveis, limites, assinaturas, fontes e tratamento de exceções.
Confirmar arranjo de Rosângela, situação de Elaine, atribuições das supervisões e Comercial transitório.
Pactuar D0, prioridades, datas e compatibilização com o contrato.
Registrar separadamente o que foi validado, instituído e colocado em funcionamento, com evidências.
Word editável com 59 páginas: oito capítulos, 12 instrumentos obrigatórios e dois anexos complementares. Versão 1.0, de 15 de outubro de 2026, preparada para revisão e validação institucional.
Aprovação do modelo, instituição do Comitê e funcionamento regular são marcos diferentes. As pendências estão identificadas no documento completo.
Base técnica: Produto 1 da consultoria Mandū, Dossiê Técnico Integral da Imersão e Planejamento Estratégico da ACOSPER. Escopo e identidade visual: Plano de Trabalho da consultoria.